{"id":194,"date":"2016-02-26T22:45:20","date_gmt":"2016-02-27T01:45:20","guid":{"rendered":"https:\/\/leiturinha.com.br\/blog\/ser-mae-por-que-para-que-para-quem\/"},"modified":"2024-12-04T11:13:04","modified_gmt":"2024-12-04T14:13:04","slug":"ser-mae-por-que-para-que-para-quem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/leiturinha.com.br\/blog\/ser-mae-por-que-para-que-para-quem\/","title":{"rendered":"Ser m\u00e3e? Por qu\u00ea? Para qu\u00ea? Para quem?"},"content":{"rendered":"<p><em><span style=\"font-weight: 400;\">Coluninha | Por Roberta Ecleide.<\/span><\/em><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Recentemente, houve uma postagem nas redes sociais sobre uma m\u00e3e que assim identifica sua situa\u00e7\u00e3o: \u201camo meu filho, mas odeio ser m\u00e3e\u201d. Tal resposta, claro, pela virul\u00eancia da globaliza\u00e7\u00e3o, deu muito assunto. Uns a favor, outros, contra. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Desde frases acusando a mo\u00e7a \u201cde n\u00e3o ter cora\u00e7\u00e3o\u201d at\u00e9 considera\u00e7\u00f5es sobre \u201cuma mulher tem que ser m\u00e3e\u201d, at\u00e9 \u201cter filhos \u00e9 para ter quem cuide de voc\u00ea, velhinha\u201d. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o encontrei, por\u00e9m, coment\u00e1rios que tentassem entender, de fato, como tal fun\u00e7\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil de sustentar. Talvez porque este assunto n\u00e3o seja devidamente contemplado em sua complexidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Hist\u00f3rica e culturalmente, a maternidade est\u00e1 atrelada \u00e0s mulheres, cabendo a estas, de acordo com suas condi\u00e7\u00f5es, serem fator de risco ou de prote\u00e7\u00e3o para seus filhos. Muita responsabilidade? Sim, mas \u00e9 preciso compreender que responsabilidade \u00e9 essa e que isso se faz de acordo com a capacidade coletiva de cada \u00e9poca de dar sustent\u00e1culo e apoio \u00e0s m\u00e3es. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No livro de Lionel Shriver, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Precisamos falar sobre Kevin<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, que recomendo a todos os adultos (n\u00e3o indico o filme, \u00e9 muito parcial e sensacionalista), h\u00e1 uma reflex\u00e3o inicial sobre por que uma mulher desejaria ser m\u00e3e. Esta quest\u00e3o, ali\u00e1s, foi a que motivou a autora para escrever o livro. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outrora, tinham-se filhos, pensa a autora, para dar conta do pr\u00f3prio futuro, para trabalhar nas fazendas, para cuidar dos pais, velhos&#8230; Ora, n\u00e3o \u00e9 bem mais esta a demanda de se ter um filho. As mulheres podem escolher, via m\u00e9todos contraceptivos, se querem ter filhos ou n\u00e3o e podem ser trabalhadoras por longo per\u00edodo&#8230;<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ah, diria o leitor, mas uma mulher s\u00f3 se realiza enquanto m\u00e3e! Mas \u00e9 esta, de fato, a realidade dos acontecimentos ou esta \u00e9 determinada imagem que provoca, nas mulheres, a prem\u00eancia e a urg\u00eancia de uma gravidez?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A imagem da gravidez, em blogs e v\u00eddeos, \u00e9 de uma mulher plena, feliz, \u201ccom o rei\/rainha na barriga\u201d. As artistas de TV falam, maquiadas e preparadas para a cena, que esta \u00e9 a coroa\u00e7\u00e3o de suas vidas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas as imagens n\u00e3o contam do miudinho das dores, dos achaques (rinites, aumentos de press\u00e3o, quedas de press\u00e3o, diabetes e riscos de morte). \u00c9 recente a ideia de n\u00e3o se morrer no parto; por recente, traduza-se em torno de cem anos. Antes, muitas mulheres morriam para que seus beb\u00eas nascessem. Por isso, ainda se deseja \u00e0s parturientes, uma boa hora!<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A imagem da gesta\u00e7\u00e3o, veiculada por a\u00ed, conserva s\u00f3 os enjoos e v\u00f4mitos, quase tidos como frescura. Mas tamb\u00e9m como poss\u00edvel sinal de rejei\u00e7\u00e3o da m\u00e3e \u2013 pensamento que faz com que se moralize a mulher nauseada como incapaz ou n\u00e3o-merecedora.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o \u00e9 preciso, com isso, que se endeusem as mulheres ou que as coloquemos em condi\u00e7\u00e3o especial, como hero\u00ednas. Mas \u00e9 justo dizer que a gesta\u00e7\u00e3o \u00e9 um per\u00edodo dif\u00edcil para muitas, mesmo para as convictas da ideia de ter um filho. Os \u00faltimos dias ou \u00faltimas semanas s\u00e3o fisicamente penosos e cansativos&#8230; <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Da maternidade em diante, desde seus primeiros dias, continua a imagem de beleza e encantamento. Mas esta tamb\u00e9m \u00e9 uma vis\u00e3o parcial. H\u00e1 um trabalho importante, delicado e persistente de constru\u00e7\u00e3o da intimidade de ser m\u00e3e para cada um de seus filhos. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Neste momento, identifico o peso maior das imagens, pois qualquer sinal de desconforto, cansa\u00e7o ou reclama\u00e7\u00e3o \u00e9 visto como amea\u00e7a \u00e0 imagem da m\u00e3e por instinto, por vontade e por sacrif\u00edcio. J\u00e1 assisti muitas m\u00e3es envergonhadas, culpadas e adoecidas por n\u00e3o darem conta destas imagens maquiadas e preparadas, que pouco dizem do dia-a-dia, pois s\u00e3o bidimensionais. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o sabemos do dia-a-dia das m\u00e3es midi\u00e1ticas. Mesmo quando s\u00e3o blogs, pois falha a percep\u00e7\u00e3o imediata da conviv\u00eancia. \u00c9 preciso saber como ser m\u00e3e ou como construir a maternidade em cada fam\u00edlia, em cada comunidade, bem de perto, pois maternar \u00e9 de pertinho. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 fundamental que as mulheres pensem, com muito cuidado, se querem, de fato, ser m\u00e3es por um desejo pr\u00f3prio ou pela imagem de plenitude que vende a elas que \u201cs\u00f3 ser\u00e3o mulheres se forem m\u00e3es\u201d. A press\u00e3o dos \u201c35-anos-the-clock-is-ticking-\u00f3vulos-envelhecendo-tem-que-ser-agora\u201d apresenta situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis de n\u00e3o saber se queria-se, mesmo&#8230; Mas, a\u00ed, n\u00e3o tem volta. Tem um ser totalmente dependente, todos os dias, para tudo, que n\u00e3o aparece nas propagandas de fralda descart\u00e1vel. Ali\u00e1s, a crian\u00e7a da propaganda n\u00e3o tem refluxo, n\u00e3o regurgita, seu coc\u00f4 n\u00e3o tem cheiro e n\u00e3o acorda ningu\u00e9m \u00e0 noite. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ser m\u00e3e em nossa \u00e9poca \u00e9 uma escolha. E tem que ser uma escolha feita com calma, pois filho d\u00e1 trabalho, por muito tempo&#8230; \u00c9 preciso dar conta de ter tempo para os filhos, para si mesma, para os agenciamentos que permitem a sobreviv\u00eancia dela e deles. Esta concilia\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 simples, nem f\u00e1cil&#8230; Este agenciamento \u00e9 cotidiano e menos dif\u00edcil se a m\u00e3e tem apoio dom\u00e9stico e social para encontrar o seu equil\u00edbrio. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para qu\u00ea ser m\u00e3e? Para cuidar de algu\u00e9m na intimidade de um pretenso processo. De verdade, n\u00e3o h\u00e1 desenvolvimento nem educa\u00e7\u00e3o sem ger\u00fandio. Em todas as idades, estamos nos educando. No filho, por\u00e9m, sonhamos a origem da humanidade e pretendemos ser melhores, atrav\u00e9s deles. \u00c9 nossa ilus\u00e3o de eternidade. <\/span><\/p>\n<p>\u2014<br \/>\n<strong>Roberta Ecleide de Oliveira Gomes Kelly \u00e9 psicanalista, doutora em Psicologia Cl\u00ednica e p\u00f3s-doutora em Filosofia da Educa\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Coluninha | Por Roberta Ecleide. Recentemente, houve uma postagem nas redes sociais sobre uma m\u00e3e que assim identifica sua situa\u00e7\u00e3o: \u201camo meu filho, mas odeio ser m\u00e3e\u201d. Tal resposta, claro, pela virul\u00eancia da globaliza\u00e7\u00e3o, deu muito assunto. Uns a favor, outros, contra. Desde frases acusando a mo\u00e7a \u201cde n\u00e3o ter cora\u00e7\u00e3o\u201d at\u00e9 considera\u00e7\u00f5es sobre \u201cuma&#8230;  <a class=\"excerpt-read-more\" href=\"https:\/\/leiturinha.com.br\/blog\/ser-mae-por-que-para-que-para-quem\/\" title=\"Read Ser m\u00e3e? 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