Você ensina seu filho a revidar?

por | fev 2, 2018 | 53 Comentários

Interferir, revidar, conversar: Ensinando as crianças a se defenderem

Seu filho chega em casa, após passar o dia todo na escola. Você percebe que ele está machucado. Ao perguntar o que aconteceu, descobre que um coleguinha da turma bateu nele. Com certeza, só de pensar nessa situação, pais e mães já sentem aquele misto de emoções: um aperto no coração, sensação de impotência, raiva, tristeza e uma vontade enorme de poder proteger o pequeno de tudo e de todos a todo momento. Mas sabemos que, na prática, isso não é possível. Na realidade, quanto mais o tempo passa, mais difícil é estar presente na vida dos filhos. Afinal, conforme vão crescendo, as crianças dão seus próprios passos, e descobrem por si mesmas seus caminhos e como resolver seus problemas. Nesse sentido, pais e mães se preocupam com uma questão: como ensinar os filhos a se defenderem?

Devemos ensinar os filhos a revidarem?

Acreditando na importância de ensinar os filhos a se defenderem sozinhos, alguns pais seguem a linha do “bateu, levou”, incentivando as crianças a baterem de volta, quando apanham, seja em casa, na escola ou qualquer outra situação. Embora a intenção nesse caso seja proteger o pequeno, impedindo que ele seja passivo em situações de agressão, encorajar os pequenos a revidarem, gera um ciclo de violência, incentivando comportamentos agressivos. De acordo com Sarah Helena, mãe, psicóloga e curadora na Leiturinha, “ensinar as crianças a baterem de volta significa que a violência é uma solução plausível, permissível e capaz de resolver conflitos, quando, na verdade ela só gera mais problemas. Assim como gentileza gera gentileza, violência gera violência, até que alguém quebre o ciclo”. Sarah ainda complementa que, embora a intenção dos pais ao ensinar a criança a revidar seja protegê-la, “este tipo de proteção é ilusório e momentâneo, contribuindo, na verdade, para uma sociedade cada vez mais intolerante, violenta e incapaz de dialogar quando se há diferenças ou conflitos”.

Nesse contexto, outra questão também pode surgir: devemos ensinar meninos e meninas a se protegerem de maneira diferente? Embora criar filhos e filhas tragam desafios e dúvidas em comum, nós já falamos aqui no Blog sobre pontos importantes para se atentar na criação meninos e na criação meninas. “Sabemos que meninos e meninas, culturalmente, estão sujeitos a tipos diferentes de violência. Portanto, caberiam orientações tão diferentes quanto os tipos de violência. No entanto, é importante lembrar que a prevenção e proteção dos filhos começa com a orientação para que nunca partam para a agressão.”, afirma a psicóloga Sarah.

Então, como ensinar os pequenos a se defenderem?

Se não queremos que nossos filhos apanhem na escola e/ou sejam passivos em situações de violência, aceitando coisas que não querem/gostam por medo ou por não saberem se defender, mas, por outro lado, não queremos incentivar a agressividade, como podemos ajudar nossos pequenos a se defender por si mesmos?

Você nesina seu filho a revidar

Em uma pesquisa realizada no Instagram Leiturinha, dos 2.896 pais e mães que participaram, apenas 23% afirmaram que ensinam os filhos a revidarem. Para ajudar a pensar em alternativas no momento de ensinar os pequenos se defenderem, Sarah Helena elencou algumas dicas. Confira:  

1. É preciso criar estratégias para evitar a violência. A violência acontece justamente quando faltam recursos na linguagem para lidar com a situação. Ensinar na prática, em casa, é muito importante para que a criança perceba que existem outros meios para se resolver conflitos.

2. Se o diálogo não for suficiente para resolver a situação entre seu pequeno e algum colega, oriente que ele saia de perto e busque distância, até que seja possível uma nova aproximação não violenta. O que à primeira vista pode parecer “covardia”, na verdade é um ato corajoso de escolha por um caminho diferente. Muitas vezes é preciso muito mais coragem e força para ceder e abandonar uma discussão do que para partir para a ação.

3. Em caso de risco, é sempre bom ensinar os pequenos a buscarem ajuda. Se for um conflito entre iguais – com amiguinhos ou colegas, a ajuda de um adulto pode ser eficiente. Caso o risco envolva algo mais sério, é importante que a criança saiba como chamar a polícia, por exemplo, ou que saiba como pedir ajuda sem chamar atenção.

4. Quando o conflito acontece na escola, a ajuda de um profissional é sempre válida, sobretudo quando as famílias também são envolvidas.   

Sejamos nós os construtores da sociedade que queremos, mais segura e protetora!

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Categorias:
0 - 3 | 4 - 6 | 7 - 10 | Educação | Família | Idade
Escrito por Ana Clara Oliveira
Jornalista e editora do Blog da Leiturinha, é fascinada por tudo que envolve o mundo da leitura, da educação e da infância. Acredita que as palavras aproximam pessoas, libertam a imaginação e modificam realidades. Gosta de escrever, viajar e aprender sempre.
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53 Comentários

  1. Avatar

    Amei o texto , minha filha sempre apanha nunca revida estou ensinando a não brincar mais com a amiguinha q faz isso pra sair de perto ,o coração doe muito na hora mas fico mais feliz em saber q minha filha é carinhosa meiga do q a agressiva.

    Responder
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    Incentivar a violência nunca é bom mas orientar ao filho que procure ajuda de outras pessoas para resolver seu próprio problema, penso, é pior ainda.

    Filho, se você apanhar vá direto para a professora e conte o que aconteceu.

    Penso que isso não só contribui para que a violência (do outro com ele) continue indefinidamente como contribui para que ele não consiga resolver os problemas sozinhos. É claro que ajuda é bem vinda mas, independência é ainda mais.

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    Nem tenho palavras pra dizer o quanto discordo desse texto. A passividade tem sido o mal da nossa sociedade.

    Aprender a se defender é um instinto natural.

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    Muito alentador ler este artigo. Sempre incentivei minha filha a não revidar, porém ficava insegura em saber se o caminho era o mais adequado e se isto não poderia causar outro tipo de interpretação ou resultado para uma vida adulta onde ela pudesse expressar seus sentimentos de não aceitação de uma situação. Enfim, acredito no diálogo e na ponderação dos conflitos. Muito bom sabe que estamos no caminho certo!

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    Minha filha é muito bem educada, por vezes apareceu em casa com mordidas ou marcas roxas, causadas por filhos de pessoas incapazes de educar seus filhos, terceirizando a educação de seus filhos para a escola e para psicólogos. Ensinei inicialmente minha filha empurrar para longe de si, qualquer coleguinha que lhe quisesse agredir. Em um segundo momento, ensinei também a bater. Para minha infelicidade, ela nunca fez isso. Pois criança que não é educada em casa, o mundo educa. Se não é o coleguinha hoje, será a polícia amanhã.

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    Tenho uma filha de 03 anos, inciou na escola a segunda quinzena do mês passado. com isso, não teve outra: passou por uma situação dessas, acabou apanhando de uma coleguinha. É algo que nos deixa com o coração na mão. Ela nunca tinha passado por situação semelhante, por isso, não soube se defender: ficou tão espantada com aquilo que apenas observava a agressão. Ainda bem que a professora estava próximo e conseguiu intervir. Agora vem a parte de pai… Ao chegar em casa, expliquei a ela sobre a importância da autodefesa, pedi para que, no momento da situação de violência, empurrasse o/a agressor(a) e imediatamente gritasse pela professora. isso chamaria a atenção dos monitores de sala presentes. Na verdade, se tivesse lido esse texto antecipadamente meu conselho seria outro. porém a vida é feita de aprendizados e hoje pude melhorar como pai, amigo, conselheiro etc. Belo texto.

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    Meu pequeno tem três anos e iniciou a vida escolar ano passado. Nessas circunstâncias tentamos uma solução pacífica, porém ele estava virando “saco de pancadas” de alguns coleguinhas. Aí não teve jeito, tivemos que ensinar ele a se defender.

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    Ei! Pera lá…
    Como fazer para o filho evitar uma situação de conflito corporal, acredito que isso, muitos pais já o fazem. Entretanto, acho que o que os pais querem saber é: Na eminência de ser agredido, sem chances de solicitar ajuda, como ensinar seu filho a se defender sem torná-lo agressivo?
    Nenhum pai responsável deseja criar um “bad boy”, mas não se pode permitir que o filho vire alvo de bulling. Portanto acho que o tema deve ser um pouco mais explorado.

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    Amei a matéria. ..
    meu filho tbem sempre apanha na escola e nós aqui em casa sempre ensinamos ele a não revidar dói mto saber que existe crianças maldosas mais acho tbem que mtas vezes os próprios pais não ensina pois no caso do meu filho ele é mto amoroso e carinhoso talvez chame mto atenção dos colegas..não sei…
    Estamos sempre presentes na escola já mudei ele de várias escolas todas as escolas falam mto bem dele ele é uma ótima criança mais estou passando por esse drama…
    As vezes tenho raiva de mim mesma por não ensinar ele a dar um tapa pelo menos mais não foi essa educação que eu tive minha mãe me ensinou a não revidar..

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  10. Avatar

    Adorei esse texto. Me identifiquei demais. Pois, já fui até criticada por não ensinar meu filho a revidar. Já me perguntaram se eu preferia que meu filho fosse saco de pancadas! Acho que primeiramente essa questão da agressão vem de dentro de casa. Talvez seja até nos próprios desenhos que os pequenos tem acesso. Eu mesma quando pequena, amava Jaspion e queria brigar na escola só para poder ser o Jaspion. Diante do meu próprio exemplo, fiscalizo todos desenhos que meu filho, 4 anos, assiste. Acredito que revidar agressões onde quer que seja, torna esse pequeno cidadão, um adulto agressivo e pouco apto para opiniões contrárias. E isso vemos direto nas redes sociais. Onde sequer podemos demonstrar nossas opiniões, sem que sejamos apedrejados por pensarmos diferente.
    Parabéns Leiturinha por textos significativos.

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  11. Avatar

    E quando nós somos o outro lado, qdo nossos filhos são os que batem? A cituaçao é ainda mais delicada, pois converso, falo que está errado, que é feio, coloco de castigo. Minha filha, de 2 anos, entende tudo que falamos, sabe que ela está errada, que não se deve bater, mas continua com a mesma atitude, eu morro de vergonha, quando acontece, e já não sei mais como agir.

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    Como ensinar uma criança a buscar a polícia em situações mais graves e sem chamar a atenção? De que forma se aciona a polícia sem um aparelho telefônico. Poderia exemplificar??? Um tanto quanto equivocada essa parte do texto.

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    Concordo com o texto. Quando criança eu odiava que meus pais mandavam revidar. sempre fui incapaz de bater em qualquer pessoa, e esse conselho me deixava muito angustiada. Em outras situações na adolescência sofri várias ameaças que não se concretizaram mas penso que meus pais deveriam ter ido na escola intervir. acho que o correto ensinar a criança a comunicar a escola e aos pais qualquer problema, os psicólogos chamam de “rede de apoio” ou se afastar mesmo da pessoa. Os pais tem que ficar atentos infelizmente vivemos em um mundo muito violento. o importante não é ter razão e sim ficarmos a salvo.

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  14. Avatar

    Acho esse assunto controverso e o texto deixou a desejar.
    Realmente revidar é algo complicado. Não sou a favor da violência, mas chamar um adulto também nem sempre é uma opção ou bom. A criança tem que aprender a lutar suas próprias lutas para não virar um adulto dependente. E como explicar isso a essas mentes que ainda não tem muito discernimento? Era isso que eu esperava desse texto.
    Porque o bulling acontece? Porque as pessoas não sabem se defender (e não falo de violência). Se tornam passivas e dependentes de outras para auto defesa.
    Eu realmente fico confusa nessa assunto. Ainda bem que meu filho nunca chegou machucado da escola. Já teve situações de conflitos que foram resolvidos por ele mesmo ou pela professora.
    Eu era muito passiva quando criança e não sabia me defender e passei por situações que não precisava. Ainda hoje tenho que me esforçar para me defender em algumas situações. Como evitar que meus filhos passem pela mesma coisa?

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  15. Avatar

    Como pai, discordo da orientação do artigo.

    Meu filho apanhou na escola diversas vezes e bastou um revide para estas agressões pararem. Tô fora de ter filho passivo que fica apanhando de coleguinhas mal educados.

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  16. Avatar

    Gostaria de saber como podemos orientar sem bater quando os nossos filhos batem.
    Essa história de bater, e algo muito importante, até porque as pessoas n se dão conta, de que hj é um amiguinho amanhã e a esposa.
    Meu filho batia insisti corrigi, tirei direitos ele passou a ser passivo, passivo a ponto de apanhar e revidar gostei muito do texto mas te ter um meio termo.
    Equilíbrio!!!

    Responder
  17. Avatar

    Tenho uma menina de 3 aninhos e meio e iniciou a vida escolar em agosto do ano passado. Ela nunca foi de revidar nenhuma pancada que leva na escola, mas eu e meu esposo sempre conversamos com ela e, mesmo antes de engressar na escola, a orientamos a jamis devolver uma pancada, empurrão ou qualquer agressão que receba. Pois como mãe e professora, sei o quando devolver uma agressão prejudica no desenvolvimento do caráter de uma criança. Por isso concordo com o que a especialista disse: violência gera violência assim como gentileza gera gentileza. Não quero dar lição de moral em ninguém, mas se ensinarmos e orientarmos nossos filhos a resolverem tudo através do diálogo e do respeito, acredito que serão adultos melhores e mais equilibrados emocionalmente.

    Responder
  18. Avatar

    Posso ser um pária aqui, mas não vou deixar de apresentar minha opinião.

    Isso aconteceu com meu filho, que voltou quatro vezes com a informação de que outro garoto bateu nele. O detalhe é que meu filho é muito maior e é forte, mas tem um temperamento dócil. Em resumo, o temperamento dele lembra muito um labrador (brincadeira!!!).

    Pois bem, não apenas ele, mas outros amigos sofriam nas mãos de um mesmo garoto. Conversei com ele e disse para ele não aceitar ser agredido, recomendando que usasse a força com moderação para conter.

    Não resolveu, voltou mais uma vez machucado e disse que tinha contado para a professora (!!!!).

    Aí apelei, disse que mais uma vez que chegasse assim, apanharia novamente em casa. Expliquei que nunca deveria procurar brigas, que evite entrar em discussões, que tente sempre conversar, mas que, se agredido, revidasse com a mesma intensidade.

    Pois bem. Funcionou! o garoto foi morder o braço do meu filho e ganhou um empurrão para o chão. Levantou e caiu novamente. A professora deixou ele de castigo e veio me contar. Disse que a reação foi orientação minha e que concordamos com o castigo, pois era função dela, mas não iria pedir para mudar o comportamento, pois sabia o que estava acontecendo.

    Uma semana depois ele veio reclamar que agora o garoto estava batendo em outro amigo, menor e sem capacidade de reagir. Conversei com ele, orientei para que conversasse sério com o garoto agressor, explicando que nem ele, nem os demais amigos aceitariam aquilo e que se batesse em um, levaria dos demais.

    Parece drástico, mas funcionou. Isso ocorreu faz uns 6 anos e nunca mais ele apanhou ou bateu na escola. Ele continua sendo o mesmo garoto dócil, mas agora tem comportamento mais ativo. Quer saber mais, o outro garoto passou a interagir mais.

    Enfim, acho que cada um conhece o filho e sabe o que pode ou não ser ensinado. O meu revidou, com total conhecimento e incentivo meu.

    Responder
  19. Avatar

    O meu tinha 6 anos ,chegava reclamando que havia levado soco na barriga, de um colega.
    Falei pra ele se afaste procure brincar longe desse colega. Porém dia ele empurrou do alto da bancada na quadra o meu filho ,chegou machucado .
    Então disse tente se impor . Semanas depois fui chamada na escola que ele havia tentado enforcar garoto. Perguntei nome e era o mesmo que estava o agredindo . Falei que ele só estava se defendendo já que passou dias apanhando desse garoto. Nunca mais ele se queixou de apanhar depois desse episódio.

    Responder
  20. Avatar

    Aqui em casa o pau come…ensino minhas meninas a descer o braço…sem dó…bem no meio do nariz….aqui a gente cai…mais cai descendo o braço…criança que não é educada em casa….o mundo ensina…

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  21. Avatar

    Ensino a usar todas as tentativas de não violência citadas no texto primeiro e nunca agredir ninguém, mas se não funcionar, revidar sim. Acontece até conosco, adultos, em várias situações em que pessoas querem intimidar e, quando nos impomos, baixam a cabeça.
    Nossos pequenos precisam aprender a viver no mundo real. Não dá para resolver tudo na conversa com todo mundo, pois existem pessoas muito diferentes, criadas em lares hostis, que só entendem a linguagem corporal, como animais.
    E não há com o que se preocupar ao ensinar a se defender, não vamos criar seres violentos se mostramos paz e equilíbrio em casa.

    Responder
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    Minha filha tem 8 anos e é portadora da Síndrome de Williams. É um poço de meiguice e simpatia, inerentes à condicao dela. É sempre muito bem quista por onde passa e principalmente na escola. Felizmente apenas um episódio de agressao física ocorreu até hoje, apesar de sempre estudar em turmas regulares. Meu ensinamento pra ela nesse aspecto é bem simples: nunca dê o primeiro tapa, mas sempre dê o ultimo.

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  23. Avatar

    Passamos por isso e não seria diferente com nossos filhos, esse tema é delicado pois tenho 2 meninas e uma já iniciou o ensino fundamental aonde tudo é novidade não só no ensino mas também no convívio com crianças maiores e sempre passei que não deve xingar e agredir ninguém mas tem crianças que passam dos limites e nesses casos eu passei para minha filha que deve se defender.

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  24. Avatar

    E quando as alternativas acima elencadas de evitar o conflito entre coleguinhas não se mostra válida porque uma das crianças age com violência independentemente de ter ao menos trocado um oi com o outro? Isso quando a escola já está ciente e os pais afirmam que já procuraram a ajuda para a criança violenta mas não se vê melhora no quadro das agressões imotivadas? (imotivadas, realmente, porque presenciadas por supervisores escolares a criança parte de seu local, grupo de brincadeira, para outra criança que além de estar longe sequer está olhando em sua direção)

    Responder
  25. Avatar

    Não gosto de ler comentários grandes, mas fui dar minha opinião e desabafei um texto grande…

    Engraçado como os pais(homens) tem uma posição clara deste assunto, fui disciplinado em casa que eu apanharia em casa se brigasse na escola, desta forma fui o maior “Bunda Mole” da escola, apanhava na cara de moleques menores que eu. uma humilhação sem fim, com medo de apanhar em casa. Esta farra só parou quando ganhei independência, fiz algumas artes marciais, aprendi a me defender e por minha surpresa “agora que eu aprendi a me defender não tem ninguém mais que mexe comigo”, eu deveria ter aprendido a lutar antes.

    Hoje com 2 filhos, tive receio de dizer a ele o contrário, para se defender revidando, mas depois de dizer, não me arrependi. Coloquei ele no Jiujitsu super cedo, pratico junto com ele e não me venham com esta que podemos criar uma criança violenta, o medo de meu pai de criar um menino violento gerou toda esta frustração em minha vida.

    OBS: A forma de não criar uma criança violenta é outra! geralmente criança com problemas(de vários tipos) tem uma séria relação com pais que não estão presentes ou são péssimos pais/pessoas. Criança violenta não é culpa da criança é dos PAIS!!!

    Mesma coisa é a forma que tratamos os criminosos no país, sempre tem um que diz “…mimimi, a pena dura(morte, perpétua, surra) pode afetar as pessoas que são foram presas inocentemente….” Pelo amor de Deus! o problema em prender pessoas inocentes deve ser resolvido de outra forma. Não misture os problemas.

    Desculpe o desabafo, mas acho que faz parte do ciclo da evolução:
    1-todos acham que uma opinião é unânime
    2-alguém posta um artigo sobre esta opnião
    3-alguns não concordam
    4-se muitos não concordam as pessoas começam a parar de postar este tipo de artigo
    5-as pessoas começam a perceber que não é uma opinião unânime.
    fim

    Responder
  26. Avatar

    Na minha opinião esse é um assunto que podemos sempre discutir e cada um terá sua opinião, sua forma de agir e pensar, é um assunto para se aprofundar, pois surge muitas dúvidas.
    Eu tenho uma filha de 5 anos, ela é bem esperta, carismática, tímida e creio que um pouco medrosa, boazinha até demais (lembra-me muito a mim). Ela tem seus momentos de birra, de ficar brava mas não de bater ou revidar alguma agressão seja física ou verbal.
    Em casa quando brinca com seus primos tende a fazer tudo que eles “mandam” e se eu estou por perto acabo interferindo isso sendo bom ou não para ela; Tem uma priminha mais nova de 3 anos que sempre quer brincar do jeito dela, pegar os brinquedos que ela está brincando, vestir a roupa igual a dela ou até a que ela está usando e um outro priminho que é folgado demais… No Cmei já teve caso de ela chegar com arranhão, mordida, sempre falo para ela procurar um adulto para intervir nessas situações.
    No caso do Cmei se um coleguinha a empurrar, bater, digo para dar um empurrãozinho no colega, pedir para parar e contar para a professora e caso ela não faça nada contar para mim quando chegar em casa que no outro dia eu converso com a prof… e em casa com os primos eu chamo atenção das crianças.
    Meu marido já pediu para ela revidar na mesma moeda, bateu- levou, se bater , bata também, pois se a outra criança bateu também aguenta levar…Na verdade as vezes não sei como agir, não acho certo revidar, mas também ser passivo demais não é bom.
    Não sei, mas as vezes acho que as crianças agem conforme são criadas, os exemplos que vêem em casa, como nós pais os ensinamos…a minha filha por mais que o pai tenha falado para revidar ela não revida.

    Responder
  27. Avatar

    Esse texto só faz criar uma criança amedrontada. Imagine 5 crianças brincando e 1 fica batendo no seu filho. A soluçao é se afastar?
    Perdi meu tempo lendo essa matéria. Desculpem a sinceridade.
    Ensinar a revidar faz a cessar o bullyng.
    Faço questão de repetir varias vezes para meu filho de 3 anos. Se amiguinho bater, bata de volta com toda a força.
    Obs: na escola a professora costuma separar após o primeiro tapa. Também já estou ensinando a bater depois em quem o bateu.
    Simples assim.

    Responder
  28. Avatar

    E se a violência estiver dentro de casa, por exemplo; Tenho uma filha de 4 anos e uma enteada de 3 que é bem violenta. Por dois anos eu tentei pelo meio da conversa e orientação de que a violência não resolve, porém o instinto paterno falou mais alto e em uma ação radical dei a permissão para minha filha revidar. Isso gerou um conflito com minha mulher, pois ela esperava imparcialidade da minha parte, mas na minha cabeça é tortura impedir q minha filha revide uma agressão por tanto tempo. E convenhamos, é fácil ser imparcial qdo o seu filho é o q bate!!!

    Responder
  29. Avatar

    Essa estoria mediocre …bizarra ….nao resolve nada….violencia gera violencia…se algum coleguinha tratar meus filhos com violencia vao levar …..nao vou ensinar a procurar briga…ficar debatendo….mas nao botei filho no mundo para ser saco de pancada de filho de ninguem….se algum pai vier reclamar vou quebrar a cara dele também….nao mexa com a minha família!

    Responder
  30. Avatar

    Bateu , levou!!!! Em casa ensino isso é acho que assim que tem que ser. Nada de passividade. Falou um vez pro amigo não bater e mesmo assim bao adiantou, mete a mão na cara com forca. Garanto que nunca mais vai acontecer.

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  31. Avatar

    Em alguns casos ela pode e deve revidar sim!

    Responder
  32. Avatar

    Isso nao funciona quando você educa seu filho o outros pais nao e complicado Vítor tem nove leva chute de outros meninos até mais novo ele não revida mas fica chateado com lágrimas nos olhos ele não consegue revidar por isso nao ensine asim para seu filho tem muitos pais que estão nem aí para educação dos filhos e seus filhos serão vítima deles

    Responder
  33. Avatar

    Bateu, levou. A vida não é um mar de rosas. Nossos filhos precisam ser ensinados a não agredir o colega de sala. Mas, se forem agredidos, devem revidar. Legítima defesa.
    Tenho um filho de três anos e meio, e falo sempre para ele não morder os amiguinhos. Não bater. Não puxar o cabelo. Não xingar. Mas se fizerem com ele, tem que revidar.

    Responder
  34. Avatar

    Eu aprendi dessa forma com meus pais, e nem por isso me tornei uma pessoa violenta e truculenta, sei respeitar todos ser educado e manter a postura mesmo na pior das situações, mas a partir do momento em que qualquer sujeito ou indivíduo tenta por minha integridade física ou do meu filho em risco, devemos revidar.
    Ele passou por essa situação essa semana, e já foi instruído da mesma forma que eu fui um dia.

    Responder
  35. Avatar

    Se alguém te bate sem motivo algum,então bata de volta se possível mais forte,porque eu sei o que acontece com quem banca o passivo e digo mais,valentão merece levar muita porrada.

    Responder
  36. Avatar

    Vou ser aqui bem suscinta. Acredito tbm que o “bateu levou” ensina a criança a ser violenta, já que sua personalidade está em formação. Mais tarde teremos jovens que não toleram e poderão sofrer muito com isso, que vai desde brigas corporais, armas em punho, até ser vítimas em assassinatos em um assalto.
    Na escola e comunidade, ele não irá apenas revidar à aquele que o provoca, mas tbm poderá se juntar a líderes violentos, terrorismo, torturas ou à gangues e outros. Em fim, nem sempre “bateu levou” vai evitar Billings, mas poderá levar a casos mais graves de violência.

    Responder
  37. Avatar

    Minha filha é adorável e educada, tem uma prima que é totalmente ao contrário, a garota não tem limites, não respeita ninguém e o pior de tudo que minha irmã acha que a garota está certa, absolutamente ninguém atura a garota por perto, pois ela bate em todo mundo, é muito triste conviver com ela.
    Minha filha foi alvo dessa mal educação por muito tempo. Sinto-me com o coração nas mãos, pois infelizmente minha irmã é pior que a garota, mais infantil que a filha, acha que todo mundo precisa passar a mão na cabeça da filha pois a filha é ” sensacional” .
    E o pior de tudo que todos comentam quão difícil que a minha sobrinha é, que ela é insuportável, já cheguei a ouvir que a menina é um “capeta” que é ” insuportável ” pois bate e faz cara feia para todo mundo. Não respeita as professoras, as pessoas ao redor. Sinto pena dela, pois não é culpa dela ser assim. Quando ela está com pessoas adultos diferentes, longe dos pais. Ela é diferente pois a influência é diferente, fica com os pais ela muda completamente. Pois é o reflexo todo da mãe dela que é vingativa, infantil, mentirosa, inveta mentiras das pessoas, uma pessoa que quase pedeu o casamento por conta da personalidade difícil de todos aturarem, como é difícil conviver com pessoas assim. A amargura e insegurança dela passou toda para a filha.

    Responder
  38. Avatar

    Estou passando por isso, a menos de 1 mês de aula meu filho de 7 anos vem apanhando na escola não só de 1 e sim de duas crianças, minha filha que estuda lá que me contou o que estava acontecendo. E SIM eu falei pra ele se defender, empurrar e sair correndo. Meu coração está destroçado. Estou indo na escola amanhã pra falar com a direção.

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  39. Avatar

    Estou assustado com pais que defendem o revide. Isso explica muita coisa acontecendo em nosso país neste momento. Reflexo de uma cultura de violência e revide.
    Tenho medo das ideias destas pessoas, mas por outro lado sinto alento naqueles pacificadores. Precisamos muito evoluir e para encerrar, discordo que nosso instinto nos leve a revidar com violência, se somos seres racionais, devemos evitar a violência desde as primeiras comunicações.

    Responder
  40. Avatar

    Crianças, brigam.
    Fato.
    Não necessariamente é falta de educação.
    Crianças estão em desenvolvimento emocional.
    Maturação do córtex que é responsável pelo auto controle.
    Claro, os pais são responsáveis por esclarecer que atitudes são certas e erradas., e em quais situações a auto defesa é necessária.
    A resiliência é atitude para relações sociais de dia a dia, mas quando sentaria do próprio bem estar físico, ser resiliente, sempre pode causar baixa auto estima e desempenho escolar.
    Precisamos ficar atentos, e sermos amigos uns dos outros, o coração aperta quando vemos nossos filhos machucados, ou machucandonosnoutros, mas, esse fato precisa ser observado, e não julgado nem rotulado.
    Crianças são vulneráveis , folhas de papéis em branco, precisamos ser adultos amigos e ter compaixão pelo outro., seja na dor de quem apanha, ou na dor daquele que não consegue controlar seus impulsos.
    Nem sempre a culpa é dos pais.
    Estamos aprendendo junto.

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    Sou professora da educação infantil; e considero muito complicado o assunto conflito/violência nessa faixa etária; para muitas crianças um empurrão, um tapinha (que não deixa de ser violência) pela expressão de quem “bate” se torna motivo de choro e reclamação.
    Portanto existe sim alunos de 4 a 5 anos com atitudes perversas que nós professores precisamos prestar atenção. Sabermos distinguir entre o empurrãozinho, o tapinha é o X da questão.

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    Bem, eu não sei se no momento eu concorde em em dizer ao meu pequeno para não revidar, embora eu saiba que o correto é não incentivar acontece. Acontece que ele tem um certo atraso no seu desenvolvimento(ainda não diagnosticado) o que o fas ser mais lento que as outras criancinhas mais até então eu faço com o que ele leve uma vida normal, mais acho que é justamente por conta desses probleminhas que ele acaba sendo alvo dos coleguinhas sofre muito bullying apanha de todos sem exceção dos pequenos aos grandes é iguinorado,evitado, e de certa forma “discriminado” por não ter o mesmo desenvolvimento deles, o que me chateia é que ele é uma criança super meiga, carinhosa, e emotiva tudo se emociona, então não sei o pq deles baterem no meu pequeno eu não entendo como crianças tão pequenas tão inocentes reagem com esse tipo de comportamento. Eu por outro lado ainda não aprendi a lidar com essa situação doi mais em mim que nele, com isso fico muito chateada e reclamo muito com ele quando ele não bate de volta e confesso que já ensinei sim ele a reagir, mais não adianta ele não bate, ele não gosta de violecia, não fas parte da personalidade dele posso dizer e fazer o que for ele nunca vai reagir a mando meu pois conversso com ele desde pequeno ele hoje esta com 8 anos e nunca seguiu o meu conselho desculpem o meu comportamento sei que é errado mais meu desabafo e é a verdade, se alguem passa por algo parecido e teve uma alternativa positiva compartilha comigo.bjs

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    Já perceberam que as crianças que sofrem bullying ou são agredidas não sabem se defenderem????
    Ninguém faz bullying ou agride um valentão da escola, ou o maior,ou mais forte.
    Isso chamasse covardia, a hora que acha um que revide, ele não bate mais. Se essa criança covarde não for repreendia e disciplinada.Quando adulto,vai ser essas pessoas que tiram proveito dos mais fracos, achando que o mundo é dos mais espertos.

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    Deve existir um meio termo, porque é excessivamente repressivo e portanto danoso a pessoa não se defender. Como externar a raiva que posteriormente se tem apôs ser atacado? Isso com certeza se reflete numa personalidade que reflete sua raiva atacando indiretamente depois de outras formas. Eu acho que tem de ensinar a se defender na hora. Tanto meninos quanto meninas. A maldade velada de muitas meninas crianças é bem conhecida e tenho uma desconfiança que é essa razão.

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    Acredito que na maioria das crianças que batem sempre tem um motivo, ou ela aprendeu de alguma forma, ou ela está querendo extravasar algum problema que esteja vivendo, por isso o diálogo é sempre importante. Meus conselhos seriam estes:
    Dependendo da idade a criança que apanha pode tentar entender o amigo. (Já ouvi caso de criança ajudar o amigo que sofria abuso em casa).
    Se não for possível pedir ajuda (a pessoa que vai ajudar precisa saber bem como abordar a crianca para nao piorar a situação)
    Se afastar seria uma opção para não virar saco de pancadas em paralelo a escola precisa resolver o problema.
    Se nada disto resolver em último caso se defender sim. Pode parecer errado. Mas é algo instintivo. E provavelmente a escola se atentaria mais ao problema da criança que apanha e bate.

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    Palhaçada né .. tenho um.filho de 5anos muito bobinho ensino ele a se defender sim
    Se levar um tapa de 2
    N fiz filho pra virar saco de pancadas e nem bunda bola

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    Crianca tem que se defender , tem criança má na escola, eu tb achava que com um comportamento positivo minha filha de 9 anos pararia de tomar beliscões de uma menina que eu acho que era meia psicopata porque minha filha tentou de tudo para ficar bem com essa criança, um dia à escola me liga dizendo que essa micro psicopata, atirou uma pedra na cabeça da minha filha e pegou no olho, imagina meu desespero! A partir desse dia, digo para minha filha, e bom releitura , mas se bater leva o dobro!

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    Meu filho têm 7 anos e já recebeu alguns bilhetes por bater nos colegas, normalmente por alguma disputa de brinquedo ou jogo. Mas sempre foi muito sincero em admitir e se desculpar. Porém por diversas vezes ele me relata que um colega em particular sempre bate nele e nos outros colegas sem motivo e que ele já falou para a professora sobre isso e a professora mandou ele para a diretoria.
    Mandei um bilhete para a professora para que ela intercedesse e ela me respondeu que o garoto só revida.
    Detalhe: meu filho têm diagnóstico inconclusivo para autismo (muito leve) o garoto não.
    As vezes acredito que ele já tenha recebido o “estigma” de autista… já o garoto que bate em todo mundo é “normal”. Me sinto como nadando contra a maré!
    Devo educar meu filho autista a sempre apanhar, pois caso contrário receberá o rótulo de agressivo?
    É muito complexo esse assunto.

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    Sou totalmente contra a violência (o ataque) mas vou a favor da defesa.
    Não admito que eles batam em ninguém, mas caso eles apanhem na escolinha eu oriento a primeiro falar com a professora, segundo chamar os pais da criança e em caso de persistência se defenderem.
    Alguns anos atrás uma colega de trabalho me falou uma coisa que gostei muito e oriento meus filhos com essa mesma linha de pensamento. O filho dela treina luta desde os três anos de idade e aos oito anos um coleguinha ficou insistindo em brigar com ele, com toda calma do mundo ele chamou o coleguinha para conversar e explicou para ele que fazia lutinha desde de muito cedo e se eles brigassem ele iria machucar esse amiguinho, e que tambem não queria ficar sem a amizade dele.
    Hoje meus filhos também praticam “lutinha”, para se defenderem (caso necessário), para serem mais disciplinados e para gastar energia, já que eles têm muita…

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    É difícil mas ninguém tem direito de bater. Tudo que seu filho plantar vai colher, Deus vê tudo! O bateu levou também pode se dar mal porque se um pai for marginal vai dar uma arma para o filho reagir e daí não tem volta. Já vimos bateu levou não aceitar no trânsito e tomar um tiro, só educação resolve e não a violência!

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    E quando a criança agredida for buscar ajudar e os professores, ou diretoria simplesmente negligenciar o fato?Daí depois que a criança de tanto apanhar e buscar ajuda sem sucesso acabar agredindo como uma forma de defesa ou até mesmo desepero, os mesmos funcionários que negaram ajuda ainda vai e nos chamam para conversar falando um monte…Não dá pra entender isso! A criança por instinto sempre vai uma hora ou outra devolver a gentileza que lhes proporcionaram, mesmo que os pais não ensinem.Ou então vai viver apanhando, sofrendo buliyng e facilmente se tornar revoltado com tudo podendo causar uma tragédia que poderia ser evitada pelo simples fato de quando alguém insistir em agerdir, ela fazer o agressor sentir o gosto amargo do que causa.
    Não sou à favor da agressão de forma gratuita , mas também não sou à favor da criança ser saco de pancada de ninguém!

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  52. Avatar

    Olha…
    Eu já fui vítima de bulling na escola e olha que já fazia taekowdo e já tinha feito judo .
    Eu sempre apanhava e chorava na escola .
    Os professores estavam de saco cheio de mim pois eu chorava toda vez. E não era só uma era várias vezes no dia.
    Um dia comecei a revidar.
    Tinha um que tinha inveja de mim e meu pai sempre dizia pra mim bate nele .
    Eu era mais forte e fazia taekowdo.
    E um dia eu revidei e acabei injustamente expulso da escola.
    E por várias outras brigas que só me defendi.
    Eu sou a favor de revidar . Não sou a favor da violência mais sim da auto defesa.
    Hoje sou bissexual assumido.
    Tive que aprender a me defender de outras agressões que é LGBTFOBIA.
    sofri muito mais aprendi com a vida a me defender

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  53. Avatar

    Tem que se defender sim! Passividade gera violência e bullying. Não se deve dar o primeiro tapa, mas sim o último soco nas fuças!

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